
Empreender no mercado fitness pode não ser um caminho simples, especialmente quando se decide trabalhar com tecnologias de ponta, oferecer treinos inteligentes e apostar em soluções fora do convencional. Imagine então quando o desafio é crescer dentro de cidades no Brasil que estão fora dos grandes centros e sendo mulher à frente do negócio. Mas o que parece árduo vira combustível nas mãos de empresárias cuja palavra desistir não se encontra no dicionário.
O blog da SPlan Brasil traz, como histórias de inspiração e sucesso, os exemplos de Anna Fabiani Gomes, de Araruama, no Rio de Janeiro, e de Michele Weirich, de Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul. Confira abaixo:
A Fluminense, nascida em Niterói, sempre construiu sua trajetória dentro dos pilares do movimento, saúde, funcionalidade e qualidade de vida. A professora de educação física e fisioterapeuta, com mais de 30 anos de experiência, tem como objetivo que o aluno não só treine, mas consiga entender seu corpo de verdade. “Gosto muito de trabalhar nas frentes de saúde, exercício e reabilitação, e a entrada da tecnologia no mercado fitness foi entrando aos poucos na minha rotina, mas sempre com um princípio muito claro: ela não substitui o profissional e sim, potencializa aquilo que alguém bem preparado é capaz de fazer com ela”.
A empresária enxergou que poderia fazer a diferença em Araruama, terra em que decidiu morar e crescer profissionalmente, e que hoje conta com cerca de 183 mil habitantes.
Sempre antenada a novas tecnologias, fundou a All Body Stimulus, espaço que conta com a eletroestimulação de corpo inteiro e a SPlan nos atendimentos de sua equipe. “A SPlan agrega variedade ao treinamento, interação e praticidade em uma estrutura extremamente compacta. E isso é interessante tanto para quem já gosta de treinar quanto para quem precisa de estímulos diferentes para criar aderência ao exercício. Para o cliente, isso significa mais possibilidades, maior individualização do atendimento, otimização do tempo e, principalmente, uma experiência que foge do modelo convencional”, destaca.
Ela também reflete sobre o fato de ser mulher, profissional da saúde e empresária e ensina como ser uma boa empreendedora, e que fazer isso exige coragem, e principalmente constância, capacidade de adaptação e disposição para continuar aprendendo. “Existe uma diferença entre acompanhar tendências e construir um trabalho consistente. Eu procuro fazer a segunda coisa. Não quero tecnologia fitness simplesmente porque é novidade; quero entender onde ela realmente acrescenta valor ao atendimento. Quando você leva uma tecnologia nova para uma cidade menor, o desafio não é apenas fazer o investimento. Você precisa apresentar um conceito que muitas vezes as pessoas ainda não conhecem, explicar como funciona, mostrar suas possibilidades e, principalmente, construir confiança”.
Anna diz nunca enxergou o fato de estar fora de uma grande capital como uma limitação, e que acredita que inovação no mercado fitness e atendimento de qualidade não precisam estar restritos aos grandes centros. É muito gratificante perceber que conseguimos oferecer aqui recursos e experiências que estão presentes em mercados muito maiores. Isso também muda a percepção do cliente sobre aquilo que ele pode encontrar na própria cidade. “À primeira vista, muita gente enxerga a SPlan apenas um espelho. Quando percebe que existe ali toda uma proposta de treinamento inteligente integrada, a reação costuma ser de surpresa. No início, toda tecnologia nova gera perguntas e até alguma resistência. Isso é natural. A diferença acontece quando o cliente experimenta e percebe que a tecnologia não torna o atendimento impessoal. Pelo contrário: quando bem utilizada, ela pode oferecer novas possibilidades dentro de um acompanhamento que continua sendo humano e individualizado”.
Pioneirismo feminino no Sul do país

Quem também é adepta das novidades tecnológicas do mercado fitness é a gaúcha Michele Weirich, natural de Bento Gonçalves e proprietária do estúdio MW Eletropersonal, primeiro lugar no Rio Grande do Sul a contar com um equipamento da linha SPlan de forma comercial no estado. A professora de educação física pela Unisinos, pós-graduada em postural e ortopédica, 3ª idade e eletroestimulação de corpo inteiro conta que conheceu a tecnologia de treinamento inteligente com resistência digital e Inteligência Artificial adaptativa pela internet, mas que, ao conversar com a Dignitus Brasil, considerou investir em um equipamento para começar a combiná-lo com a eletroestimulação de corpo inteiro da Miha.
“Desde que me formei, sempre gostei de exercícios e de equipamentos que pudessem me diferenciar de uma academia convencional. É claro que isso se mostra um desafio, pois você lida com o pouco conhecimento das pessoas em relação a novas tecnologias. Mas isso pode servir também com uma forma de convencimento de outros profissionais de que as novas tecnologias servem de suporte e como um potencializador para outros tipos de atividades físicas que o aluno ou aluna já faz. Nesse contexto, a SPlan veio para agregar ao nosso trabalho, uso de cargas altas e a otimização do espaço”, explica.
Ela aponta que o trabalho de convencimento e de mostrar que as novas tecnologias servem como um complemento à rotina de treinos é um dos desafios que ela e a equipe do seu negócio possuem, especialmente em uma cidade média com cerca de 127 milhabitantes. “O ramo fitness tem uma presença maior de homens à frente dos negócios, mas as mulheres têm ganhado espaço cada vez mais e devemos mostrar que somos qualificadas, temos diferenciais e podemos exercer qualquer atividade da mesma forma do que eles. É um trabalho de dia a dia e de não desistir”.

